Notas de uma antropologia “caetanista”

“Caetano sempre foi justo e bom com todos, e em todas as missões difíceis de sua vida, ele se comportou tão bem que poderia dizer que em seu lugar ninguém teria feito melhor do que ele. Nunca se deixou exaltar ou abater pelo azar e feliz sorte, sóbrio, casto, temperado, trabalhador, recebeu em si todas as belas virtudes do homem interior; e em um século tão corrupto, ele nos deixou, como escreve Flávio, um exemplo de santidade franca e verdadeira. Faltavam-lhe apenas milagres (continua este cronista) ou, melhor dizendo, ele realizou o maior milagre, o de se superar e de se manter intacto, livre de manchas, em tão degenerada época.” — Pe. Aluigi Cossio (em Il Cardinale Gaetano e la riforma, cap. XXIII, p. 467).

Sobre o homem absoluto e o homem ordenado à felicidade eterna.

Outros conceitos importantes da antropologia do Cardeal: os cinco estados possíveis e reais em que a natureza humana pode ser concebida.

Para Caetano, finalmente, são importantes as noções de potência neutra e potência natural.

Nascido em 1996. Estudante de Psicologia pela Faculdade da Amazônia — FAMA. Tomista e apreciador do escolasticismo de modo geral.

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