O Molinismo jesuíta e moderno: suas grandezas e misérias

Texto publicado em Dezembro de 2017

“[…] Não ousaria afirmar que Santo Tomás — que desejo ardentemente ter como patrono e não como adversário — acreditasse que, só pela presença das coisas segundo o seu ser de existência, Deus conhece com certeza os contingentes futuros, mas que, ao contrário, parece-me que, se esta questão fosse examinada com cuidado, Santo Tomás teria afirmado o oposto.” — Pe. Luís de Molina (Concordia liberi arbitrii cum gratiæ donis, pars. IV, Disp. XLIX).

Nascido em 1996. Estudante de Psicologia pela Faculdade da Amazônia — FAMA. Tomista e apreciador do escolasticismo de modo geral.

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